quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A orla da criação


A orla da criação

Trovas mal fardadas
Pelo lírico em cor avulta;
Cause chiquê, provém mal amado;
Saracoteio meio aos Edens.
Por tuas mãos o estopim, o santelmo
Transpondo o mar de gente.

Floridas glebas da Providência;
Efusão excêntrica do editor;
Conduzi à égide mestre teu.
Tatuai-me de teu perfume,
Empossai tauxia em oferenda.

Testifique em face pueril
O menear por terra inócua.
Contemplará ticunas a irmãos das realezas;
Os esmos conexos mantissas
Sorrisos solventes da caturra.
Nascedouro!
Véus ácidos de amor
Venham para a luz de tua puçanga.

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